Pelenova Biotecnologia

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História


Uma nova empresa com forte vocação para pesquisa e desenvolvimento de produtos de biotecnologia voltados à saúde e bem-estar da população.


A história da Pelenova Biotecnologia S.A. começa a ser construída em 1993, junto com a iniciativa e abnegação de dois grandes pesquisadores brasileiros, apaixonados pelas potencialidades terapêuticas da biodiversidade brasileira, os professores doutores Joaquim Coutinho e Fátima Mrué. Ele, médico, bioquímico vinculado a Universidade de São Paulo no campus da cidade de Ribeirão Preto - SP, com especialização nas áreas de purificação de proteínas e neurotoxinas. Ela, cirurgiã-geral e oncologista, professora da Universidade Federal de Goiás, na ocasião estudante de mestrado da área cirúrgica.


As pesquisas com o látex da planta Hevea brasiliensis (seringueira), iniciadas em 1993 já demonstravam inúmeras aplicabilidades na área médica, por sua ação indutora de angiogênese, semelhante ao fator de crescimento vascular endotelial, amplamente comprovada em animais de laboratório em 1997.Nos próximos anos, as Comissões de Ética do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e Hospital Escola da Universidade de Juiz de Fora, aprovam a utilização da Biomembrana à base de látex para acelerar a cicatrização de úlceras de diferentes etiologias.


Em 2002, as pesquisas com a Biomembrana são apresentadas a empreendedores que iniciam as primeiras avaliações sobre a viabilidade econômica da descoberta. Logo no ano seguinte, em 2003, um grupo de investidores institucionais brasileiros funda a Pelenova Biotecnologia S.A. Em 2004, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprova Biocure®, o primeiro produto da Pelenova desenvolvido a partir da Biomembrana.


Entre os anos de 2005 e 2008, a Pelenova Biotecnologia estabeleceu parcerias com diversos institutos de pesquisa privados, empresas líderes em dermocosméticos e universidades públicas, com a finalidade de avaliar o potencial terapêutico das frações protéicas encontradas no soro do látex. Entre os parceiros e prestadores de serviço estão os laboratórios da Allergisa, Dosage, Perception, os Departamentos de Alergologia da Unicamp, da Evic Brasil e França, do CBPQA da Unicamp, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Ribeirão Preto (FMRP - USP), da Medcin, do Boticário e da Nazca.


Os resultados advindos das pesquisas nessas instituições provaram-se promissores, dando conhecimento a uma série de aplicações para as frações protéicas do soro do látex e respectivos mecanismos de ação. Um laboratório em escala piloto foi montado nas instalações da SUPERA, Incubadora de Negócios da FIPASE, em Ribeirão Preto, dentro do campus da USP. Foram negociados recursos entre acionistas e a FINEP, no sentido de desenvolverem a planta piloto para a purificação de proteínas no ambiente scale-up do laboratório. Técnicos da indústria com comprovada expertise em ambiente regulatório europeu foram contratados para efetivarem o projeto dentro do padrão para a produção de farmoquímicos.


Em junho de 2008, com o apoio da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, os dirigentes da Pelenova lançaram a pedra fundamental de sua nova planta fabril, projetada e construída por um consórcio especialista em indústria farmacêutica composto por Flabel, Pharmako, Eficience e Biotik.


Um ano depois, em junho de 2009, a unidade encontra-se pronta, vistoriada e aprovada pela Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo. No novo parque industrial da Pelenova são fabricados as frações protéicas do soro do látex e o soro-base para Regederm®, um produto inovador que representa o marco de uma nova geração de aceleradores do processo cicatricial.





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