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Cuidados para com as feridas: Saiba como tratá-las


Cuidados para com as feridas


Mais:
Úlcera diabética Úlcera venosa Úlcera de pressão Úlcera isquêmica Feridas cirúrgicas Feridas traumáticas Cicatrização Equipe multidisciplinar Enfermeiros Médicos Fisioterapeutas Podólogos Nutricionistas

Saiba mais sobre as feridas

Você pode imaginar uma ferida que começa em algum lugar na pele, vai caminhando em extensão, aumentando em superfície e/ou profundidade, chegando às vezes a cobrir toda a parte inferior da
perna ou toda a região lombo-sacral de uma pessoa?

E imagine que, por mais que essa pessoa portadora desta ferida use medicamentos prescritos pelo médico e execute os cuidados locais recomendados, essa ferida pode não se fechar por algumas
semanas ou meses e, eventualmente, até anos...
 
Milhões de pessoas no Brasil e no mundo são obrigadas a conviver com o difícil e doloroso problema de uma ferida que muitas vezes dói, por vezes produz secreções e exala odores e as obriga a limitar
atividades físicas, obrigando-as a reestruturarem suas vidas do ponto de vista pessoal, social, familiar e profissional. O risco de uma internação, cirurgia e até complicação fatal existe e assombra o
cotidiano destas pessoas e suas famílias. É um problema dos mais graves, que requer, sobretudo muita informação por parte dos pacientes, seus familiares e profissionais de saúde.
 
São elas as FERIDAS CRÔNICAS que não se fecham no tempo esperado e podem ser causadas por inúmeros fatores que vão de ferimentos acidentais a doenças metabólicas ou genéticas.
As feridas crônicas que mais frequentemente são vistas em todo o mundo são as de origem venosa (por insuficiência de circulação das veias), as úlceras de pressão (feridas na região dorso-lateral dos
quadris, lombo-sacral, dos glúteos e calcanhares) e as úlceras do pé diabético. Constituem-se em problema sério de saúde pública mesmo nos países ditos desenvolvidos e acompanham-se com
freqüência de número importante de doenças e complicações.
 
São fonte de intenso e, em muitas situações, duradouro sentimento de frustração para pacientes, tanto quanto para seus familiares e profissionais de saúde que seguem, às vezes, por anos a fio,
experimentando sucessivos fracassos terapêuticos, cirurgias e internações, dolorosas tanto física quanto emocionalmente para todos os envolvidos. A própria demora para que aconteça o
fechamento da ferida se constitui em fator de abandono ao tratamento, o que também ocorre quando a ferida piora ou reaparece uma nova em algum outro lugar.
 
A definição do termo FERIDA CRÔNICA em geral, se refere a uma solução de continuidade, ou interrupção na integridade da pele, ulceração que seja de longa duração ou que reapareça com
frequência.







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